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A depressão é uma doença que atinge muitas pessoas na sociedade atual. Segundo a Organização Mundial de Saúde (OMS), ela afeta 11,5% milhões de pessoas no Brasil, dados de 2017. Todos nós conhecemos alguém que tem ou teve essa doença, que provoca sofrimento e disfunção cognitiva.

O cérebro é um órgão do corpo humano que, mesmo sendo fundamental para o seu funcionamento, pode apresentar disfunções, como qualquer outro membro. Ele é responsável pela atenção, memória, percepção, pensamento, linguagem, entre outras funções, sendo que qualquer uma delas pode apresentar dificuldade ou mau funcionamento.

Uma produção diferente ou utilização inadequada da quantidade de serotonina, que é um neurotransmissor importante para várias funções, inclusive para a sensação de bem-estar e para o sono, pode acarretar a depressão. São sintomas característicos:

  • Alteração do sono (aumento ou diminuição);
  • Alteração do apetite (aumento ou diminuição);
  • Sensação de vazio;
  • Pensamento relacionado à morte e, ou, suicídio;
  • Pensamento relacionado à morte e, ou, suicídio;
  • Falta de prazer e interesse em atividades cotidianas;
  • Tristeza; e
  • Perda de energia/desânimo.

A depressão possui uma influência genética e uma influência ambiental, ou seja, questões que são vivenciadas pela pessoa, tais como perda de pessoas queridas, perda de emprego, baixa auto-estima, insatisfação com a própria vida, bullying, assédio moral, entre outras tantas situações da vida que podem causar tristeza e afetar o funcionamento do cérebro. Os episódios depressivos podem ter intensidades diferentes, sendo classificadas em leve, moderado ou grave.

A boa notícia é que, assim como outras doenças, a depressão possui tratamento que deve ser realizado por meio de psicoterapia e medicação. Por isso, a pessoa deve buscar ajuda profissional, do psicólogo e do psiquiatra.

Nem sempre quem convive com a pessoa que apresenta depressão compreende ou aceita o que está acontecendo; muitas vezes, consideram que seja “frescura”, que a pessoa não tem motivo para estar desanimada ou que é preguiça. É importante que a família e os amigos compreendam que é uma doença que precisa de tratamento.

Assim, seguem algumas dicas:

Ao invés de dizer:

“Saia da cama e vai fazer alguma coisa”

“Você precisa se tratar”

“Isso é preguiça”

“Para de frescura, você não tem motivo para estar assim”

“Você é muito pessimista, pense positivo”

“Para de drama”

Diga:

“Vamos passear!”

“Conte comigo!”

“Como você se sente hoje?”

“Quer conversar?”

“Tudo vai melhorar!”

“Quero te ver bem!”

“Estou por aqui!”

Apoiar no tratamento psicológico e psiquiátrico é outra forma de ajudar a pessoa que está com depressão.

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